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Antigos Veroes, outros carnavais
“Que bom você chegou, bem-vindo a Salvador, coraçao do Brasil…” Esta música vem agora na minha cabeça enquanto um nó aperta minha garganta e uma enorme vontade de chorar. Carnaval! Para mim essa palavra estará sempre unida a Celo. Tantos veroes e tantos carnavais juntos, correndo atrás do Trio Eléctrico, pois como diria Caetano “ atrás do Trio Elétrico, só nao vai quem já morreu”. E eram festas, e ensaios, e lavagens, e shows, e blocos, e trios, e o diabo a quatro como diria o baiano… pareciamos aqueles coelhinhos da Duracell, com uma energia infinita que iluminava tudo em volta. Nossa necessidade constante de celebrar a vida e beber a essência de cada segundo como se fosse o último era a nossa eterna fonte de energia. As vezes a ansiedade pela festa era tanta, que mal conseguiamos dormir na volta já em casa, mesmo cansados pensando no que esperava pela gente no dia seguinte. Sair para o carnaval, desde a casa de minha tia era todo um ritual sagrado. Cortar camisas, combinar bermudas, escolher accesorios… tudo fazia parte daquela impotante ceremonia. Marcelinho tinha tanta energia, que as vezes Drica e eu nao conseguiamos acompanhar. Mas de qualquer forma “e melhor sentir saudades, que caminhar vazio…” (Veloso, Caetano). Nego, te amo! Feliz Carnaval para você em Bofete, beijos na familia.
03/03/2011 Publicada por Manuel
“Que bom você chegou, bem-vindo a Salvador, coraçao do Brasil…” Esta música vem agora na minha cabeça enquanto um nó aperta minha garganta e uma enorme vontade de chorar. Carnaval! Para mim essa palavra estará sempre unida a Celo. Tantos veroes e tantos carnavais juntos, correndo atrás do Trio Eléctrico, pois como diria Caetano “ atrás do Trio Elétrico, só nao vai quem já morreu”. E eram festas, e ensaios, e lavagens, e shows, e blocos, e trios, e o diabo a quatro como diria o baiano… pareciamos aqueles coelhinhos da Duracell, com uma energia infinita que iluminava tudo em volta. Nossa necessidade constante de celebrar a vida e beber a essência de cada segundo como se fosse o último era a nossa eterna fonte de energia. As vezes a ansiedade pela festa era tanta, que mal conseguiamos dormir na volta já em casa, mesmo cansados pensando no que esperava pela gente no dia seguinte. Sair para o carnaval, desde a casa de minha tia era todo um ritual sagrado. Cortar camisas, combinar bermudas, escolher accesorios… tudo fazia parte daquela impotante ceremonia. Marcelinho tinha tanta energia, que as vezes Drica e eu nao conseguiamos acompanhar. Mas de qualquer forma “e melhor sentir saudades, que caminhar vazio…” (Veloso, Caetano). Nego, te amo! Feliz Carnaval para você em Bofete, beijos na familia.
03/03/2011 Publicada por Manuel
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VOCÊS NÃO FAZEM IDEIA DA FALTA QUE ME FAZEM....
03/03/2011 14:26
Marcelo Dalcom
marcelodalcom@msn.com
http://marcelodalcom.blogspot.com/
Estão dando gasto no meu nome? Temos de reviver esses carnavais.... adoro.... com direito ao miojo com salsicha e tudo.... amo vcs... que saudade
03/03/2011 14:25
Marcelo Dalcom
marcelodalcom@msn.com
http://marcelodalcom.blogspot.com/
Drica, claro que lembro. Você e eu assistindo as escolas dando nota e Celo correndo pra cima e pra baixo sem parar um minuto. Ah, o o miojo com salsicha?! Lembra???
03/03/2011 08:30
Manuel Espinosa
manuellespinosa@uol.com.br
www.manuelespinosa.nafoto.net
Manu você se lembra que a gente chegava tão cheio de energia que ainda asssitia as escolas de samba na TV? E detalhe: Marcelinho permanecia na rua. Ele fazia seu arrastão particular todos os dias de carnaval!
03/03/2011 08:27
Adriana
amaral.adriana@uol.com.br
Manu você se lembra que a gente chegava tão cheio de energia que ainda asssitia as escolas de samba na TV? E detalhe: Marcelinho permanecia na rua. Ele fazia seu arrastão particular todos os dias de carnaval!
03/03/2011 08:26
Adriana
amaral.adriana@uol.com.br
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